terça-feira, 28 de agosto de 2007

vento...

Falar que bom quando é pra ti
Sonhar faz a vida mais feliz
E as estrelas que não posso tocar
Estão tão perto estão no teu olhar

Cantar
Que bom quando é pra ti
Ver teu sorriso também me faz sorrir
Ó estrela não deixe de brilhar
Mesmo que tão longe sei que ela está lá

E mesmo que eu não te veja
Posso sentir quando pensa em mim
É como não ver o sol
Mas ter certeza que está lá

Transformando a noite em dia
Tristezas em alegria
E aquilo que era vazio
Foi embora pra não voltar mais

Queria saber voar
Pra lá do alto poder ver você
Te ver sorrir te ver sonhar
Coisas lindas quero te dizer
E se um anjo encontrar
Eu vou pedir pra ele te proteger
Ó estrela que me faz enxergar
Que a vida é linda de viver

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão

A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz.
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...

A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...

Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz,
Mas somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,

Tem certas coisas que eu não sei dizer...
E digo.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

nada vai me faltar?

Nada Te Faltará
Ana Carolina
Composição: Ana Carolina e Antônio Villeroy

Pra onde vamos
As vans, carros e bicicletas?
Certezas avessas
Comércio de guerra...Legado de merda

Mais de um bilhão de chineses
Marchando sem deuses
E outros descalços
Fazendo sapatos...
Pra nobres e ratos
Sobe do solo
A nuvem de óleo com cheiro De enxofre queimado
Fudendo com os ares...E outras barbáries

Quero mudança total,uma idéia genial
A ciência e o amor
A favor do futuro
Quero o claro no escuro

Peço paz aos filhos de abraão
Quero gandhi na melhor versão
E nada vai me faltar, e nada te faltará
E nada vai me faltar, e nada te faltará

Pra onde seguem os barcos?Os homens, suas trilhas
Seus filhos e filhas
No pau da miséria?Um pico na artéria

As mulheres pedintes perdidas
Que já quase loucasDividem o frio da noite
Com as drags, as mães e os "carregues"

Meninas sangrando na boca
E no meio das pernas
No meio da noite
Tomando caceteS
em dente, sem leite

Quero respeito
Os humanos direitos
Fazendo pensar os pilares
De uma nova era
Que não seja quimera

Peço paz aos filhos de abraão
Quero gandhi na melhor versão
E nada vai me faltar, e nada te faltará
E nada vai me faltar, e nada te faltará